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11.10.17
2.8.17
Para mapear Porto Alegre da moda sustentável
Sempre digo que o que há de mais sustentável na moda é a cultura de brechós. Com isso não estou dizendo que não há outras atividades e produções criativas, de posicionamentos éticos claros, com bons efeitos no mercado. Marcas, projetos, lojas que mantém o diálogo com o que há de mais potente para mudar o mundo. Despretensiosos, porém efetivos. E preciso ter coragem de afirmar que a própria moda é capaz de inventar brechas para sua existencia.
A Cacá Camargo é uma dessas pesquisadoras corajosas e cujo trabalho tenho a alegria de acompanhar. Aberta ao diálogo e com um folego raro, ela criou e, com a ajuda do Núcleo de Moda Sustentável da UFRGS, mantém um mapeamento de marcas, lojas e iniciativas em Porto Alegre com essas preocupações.
Para conhecer acesse o link e se programe para boas experiencias.
11.7.17
Vamos assumir a beleza do brechó?
O nome de um estabelecimento que troca e/ou vende itens usados é brick/brique ou brechó. Esse nome é uma corruptela de Belchior, nome de um mercador de usados no Rio de Janeiro (sem data precisa).
Acho estranho o receio de usar estes nomes. Sei que diversas pessoas trabalham para desmistificação dos tabus que envolvem o mercado. Porém várias outras fogem dos estereótipos sem se comprometerem com a mudança de paradigma.
Brechó é o negócio de roupas cujas práticas são sustentáveis em excelência. Não há nenhum outro tipo com tantas qualidade de reciclagem, ressignificação, geração de renda como ele.
É LINDO SER BRECHÓ!
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